No domingo (12), Alberto Almeida, Roberto Lucio e João Pinto Rabelo mostraram as implicações fisicas e espirituais do casamento à luz do espiritismo. “É no âmbito do amor que se constitui uma família. Nenhum dos dois deve se anular. O casamento é uma relação, requer diálogo, requer compreensão, afeto, boa vontade, tolerância e principalmente compartilhamento entre ambos”, disse na sua fala Alberto Almeida. .
Para eles, essa união reflete as Leis Divinas que permitem seja dado um esposo para uma esposa, um companheiro para uma companheira, um coração para outro coração, ou vice-versa, na criação e desenvolvimento dos valores para a vida. Quando se casam, os indivíduos estabelecem um compromisso entre si então esta ligação tem que se basear na responsabilidade recíproca, de vez que na comunhão sexual um ser humano se entrega a outro ser humano e, por isso mesmo, não deve haver qualquer desconsideração entre si. Finalizando o congresso, Divaldo Franco realizou a conferência Família: Processo Divino na Evolução da Humanidade e mostrou como o amor e a educação são os pilares importantes na constituição e no fortalecimento da família na atualidade. E ele diferencia educação de instrução. O professor que ensina mas que vive em maus hábitos, ele não educa, ele instrui. A educação é caracterizada pelo exemplo. “Como dizer para o filho que o cigarro mata, se o pai fuma?”, questiona.
Após sua conferência, aconteceu o encerramento do congresso, onde todos os trabalhadores foram elogiados pela organização e sucesso e uma das fundadoras do Congresso, a senhora. Maria do Socorro Rodrigues recebeu uma homenagem especial.